30 setembro 2011

curvas

experimentei e adorei

quem me dá uma prenda de anos??

(image from Levi's, probably)

sinal

Er is geen zaligste labo!
Há menos de um ano atrás eu estava com um problema: não me estava a integrar bem no trabalho... Nova aqui, estrangeira, demasiado tímida de início (mas só de início!!)... enfim...

Hoje cheguei ao gabinete e tinha o meu canto enfeitado por fazer anos.

Só pode ser bom sinal! Sinal de que as coisas melhoraram bastante!

teambuilding the BNL way

example 1: lunch time barbecues

27 setembro 2011

again on writing II

Worst than HAVING TO write a paper, is having to write a paper that I detest and don't even believe in.

26 setembro 2011

novo dos beirut

Eh pá continuo à espera de outro Gulag Orkestar...

25 setembro 2011

teoremas da gagitude IV

Mais vale muitas carteiras baratas e giras do que poucas carteiras caras e giras. Se de qualquer modo nos fartamos delas depressa, ao menos que, na hora de as relegar para o fundo do roupeiro, não nos doa o quanto pagámos por elas.

teoremas da gagitude III

Mais vale uns jeans de 90€ da Tommy/Levi's/afins do que três jeans de 30€ da H&M/Zara/afins.

20 setembro 2011

apontamentos


a trabalhar nos meus apontamentos no campus da Universidade Eduardo Mondlane

19 setembro 2011

bon iver



tenho alimento que tempos sempre que o Justin Vernon manda mais qualquer coisa cá para fora

18 setembro 2011

16 setembro 2011

moçambique: chimoio

uma jatrophinha a sacudir os cotilédones


agricultura no planalto do Chimoio

depois da tempestade no centro

uma das 3 cervejas de Moçambique... e são as 3 boas!!





o antigo bairro residencial da grande potência económica colonial local

uma quinta abandonada

moçambique: na estrada de novo

Sofala life style

vida rural em Manica

o famoso corredor da Beira que outrora escoava o produtivo Zimbabwe para o porto

15 setembro 2011

moçambique: búzi, uma manhã por aí

eles não se esquecem (na parede na casa onde fiquei hospedada)

canal de rega ladeado de mangueiras que vinha da central de bombagem abandonada da Inhaminga para alimentar os campos de cana do tempo da outra senhora

atravessando o rio de chata (esta não tinha motor por isso ia mais vazia)

o Búzi na maré vazia no cais da vila de Búzi

a avenida principal da vila de Búzi

14 setembro 2011

o green vitruvius é como a pescada

antes de o ser já o era.
(Que piada geek e seca.)

Estou neste momento sentadinha a trabalhar numa antiga casa colonial, super fresquinha mesmo no meio deste calorão de começo de verão nos trópicos. Sem artifícios de climatização e em condições adversas, os construtores destas casas serviram-se de bom senso para a tornar bonita, funcional e termicamente confortável.
A arquitectura bioclimática é tão eficiente e simples... e óbvia! Na verdade, é a versão chique e comercializável dum bom senso antigo. Porque é que no tempo da outra senhora construimos casas tão bem adaptadas nas colónias e ainda agora não sabemos fazer o mesmo em Portugal?

moçambique: na estrada

saindo da Beira

na picada

kings of leon - the face



viciadíssima nesta música

moçambique: búzi

atravessando o rio Búzi de batelão

campos de Jatropha jovem

Jatropha e floresta integradas

09 setembro 2011

pipeta's 30 minutes meals*

* com batota, porque usei camarões já cozidos e pelados que estavam em promoção

Deu-me uma vontade enorme de cozinhar hoje quando cheguei a casa. Tinha umas latas de palmito e leite de côco ali a atiçar e resolvi que:

~ hoje vai à brasileira ~


Pega-se numa lata de palmito e cortam-se os pedaços ao meio. Passa-se em ovo e pão ralado e frita-se até ficar douradinho.

Entretanto num tachinho ou assim refoga-se cebola picada com um tiquiiiinho de pimenta de Cayenne (mas se o leitor não for tão mariquinhas como eu com o picante, pode usar mais), um tiquinho um pouco maior de cominhos e de sal grosso e um ticão de caril. Quando estiver tudo douradinho, junta-se camarões cozidos e descascados (ou não) e tomate pelado, sem sementes e aos cubinhos. Dá-se uma voltinha ou duas, deita-se o leite de côco e deixa-se apurar. Quando se apaga o lume junta-se coentros picados.

Serve-se com arroz basmati... e molhando generosamente o palmito no molho do camarão!

08 setembro 2011

moçambique: itinerário


1 Beira - aterrar, levantar dinheiro, comprar um telemóvel e um mapa e abalar para o Búzi
2 Búzi - trabalhar
3 Chimoio - trabalhar
4 Maputo - trabalhar e nos tempos livres gozar da companhia das minhas generosas anfitriãs, fazer compras e comer bem!

Nota: qualquer alteração de planos que me leve a dar um mergulho no Índico virá a ser encarada com muito boa vontade.

maso

Acabei de me inscrever num curso de R. Só porque sim.

o cumbíbio

Tenho a mania que tenho de ser autónoma, de tirar o estudante ao doutoramento, porque o estudante é chato e tem dúvidas. E, claro, eu tenho de aprender tudo sozinha, mesmo aquelas coisas que só entraram na minha vida há duas horas, e tenho de decidir e programar todos meus passos metodológicos de preferência sem ter muitas dúvidas e com 2 anos de antecedêcia. Tenho tentado fazer isto a bater com a testa nos livros e no ecrã. (Diz que é uma maneira muito eficaz, as coisas entram por osmose.)
Mas às tantas comecei a aperceber-me que os meus colegas de todas as posições têm a desfaçatez de perguntarem coisas uns aos outros, de pedir conselhos e dicas e até, suponha-se, de meter gente de outros departamentos e instituições ao barulho. Discutem as coisas e tentam tirar conclusões e melhorar estratégias... Às vezes entram nos gabinetes uns dos outros com uma caneca de café na mão e sentam-se em cima da secretária a falar. Outras vezes é mais formal e até marcam estas coisas nas suas agendas para que este regabofe ocorra a uma determinada hora dum determinado dia que convenha a todos os encostados. Que fornicoques que isto me andava a dar!
Já tinha experimentado algumas vezes a abordagem da caneca do café e o rabo na mesa, mas para coisas mais leves, tipo uma ideia maluca para um paper ou a escolha dum livro... Até que um dia decidi despir-me de qualquer fiapo de honra e mandar um mail a quem sabia dum determinado assunto que me estava a provocar dois ou três galos mais visíveis. Muito constrita, a desfazer-me em desculpas, pedi se poderia ir lá bater à porta e pedir umas orientações em determinado assunto. Marcou-se uma data e quando anotei na agenda até me arrepiei, pá. E passados 30min estava a sair do gabinete sem perceber porque é que tive tantas dúvidas e nunca tinha ouvido falar daquilo e com uma pilha de coisas para ler acerca da técnica que, de entre as 1000 possíveis, era a melhor e, na verdade, a única que eu deveria ter considerado logo de início.
Já é a terceira vez que isto me acontece em menos de duas semanas e devo dizer que estou a tomar-lhe o gosto! Não é que num ambiente académico saudável se trocam ideias e desencalicram dilemas e se melhoram coisas a conversar uns com os outros? Sem complexos nem medos, só perguntando a quem sabe e com a fé de que já alguém passou pelo menos e ultrapassou o problema ou que alguém que nunca tenha olhado para a questão a encare dum ponto de vista que não nos tinha ocorrido.

Um burro esclarecido tem outro alento.

my second belgian wedding

Até já começo a saber cantar as músicas pimbas deles...

".. Oh laat de zon in je hart
Ze schijnt hmnanana iedereen
nana van het leven
Want nananahmnan even. ..."

06 setembro 2011

o imposto do fast-food

Oh filhos, mas ninguém questiona que as pessoas têm livre arbítrio e são livres para escolher o que comem e não comer. Parece-me que tem bastante lógica que
- fast food
- tabaco
- álcool
(pelo menos!) possam ter taxados com um imposto que reverta para o SNS. São bens de necessidade (necessidade?) altamente secundária e demasiado baratos ao indivíduo tendo em conta o que custam à sociedade a médio e longo prazo. Até porque um imposto maior não vai impedir ninguém de comer hamburguers, como não impediria as pessoas de fumar e os putos de irem emborcar shots para Santos enquanto os paizinhos se queixam que andam a gastar demasiado dinheiro nos livros da escola.

E não me venham com a história de que a indústria do fast-food dá pão a muita gente. Os ginásios também não criam emprego e não tiveram um aumento do IVA?

Se bem que, neste campo do SNS, deveríamos andar mas é preocupados com quem é que o ministro da saúde anda a nomear para as suas pastas. É em notíciazinhas destas que se deslinda onde é que anda o grosso do dinheiro.

botas

Hoje fui buscar umas botas de trabalho, das que a KUL fornece ao seu pessoal. São daquelas que cumprem as normas todas de segurança e coiso e tal. E foram de graça.
Mas devem ser tão quentes! Vou sofrer.

04 setembro 2011

patuscada

Quem não tem jardim e grelhador, tem varanda e barbecue descartável.
Ora bem, assim se fez uma patuscada de domingo!




Review do coiso descartável: NUNCA MAIS!

(fotos da Luna e da Marianna com o filtro todo sujo)

02 setembro 2011