31 julho 2008

férias

Após 3 semanas de Guincho, Abano e santinis, chega a altura de sair de Cascais para ir pavonear o meu bronze devidamente depilado para outras bandas. Primeiro, canoas e uma terra que até ao séc. XIX se chamava Punhete e que hoje, felizmente, já se chama Constância. ("Ah e tal vou de férias p'a Punhete" soa mal, soa mal...) Depois, nenhures a.k.a Malhadancha, a terra que não vem no mapa e se calhar nem tem coordenadas geográficas, onde nos aguarda muito sossego interrompido por uns concertos duns tais de José Cid e David Fonseca em Oleiros. Depois, uns dias a dois na costa Alentejana uuhh yeaah baby.
Xau!

27 julho 2008

rUnião en parede

pizzas, piadas secas, ordinarices e areia a mais em sítios demasiado inconvenientes p a avançada hora da noite...
ah meus amigos, gosto muito de estar convosco =)

24 julho 2008

"..homesick 'cause I no longer know where home is.."


Kings of Convenience hoje às 22h na Cidadela.
Tou lá!
Finalmente.

22 julho 2008

vila praia d'âncora


... e os seus dias perfeitos.

16 julho 2008

12 julho 2008

no horizonte

Tese de mestrado em Jatropha.
Terrivelmente entusiasmada.

shameless beach & other lesming affairs

E é agora que uma Pipeta regozijada rebola e chafurda nos vagares e devagarinhos, livros, praia, chinelos e tempo para ouvir os passarinhos das férias.
SHHLAP!! SSHLEEP!! SHHLAP!! HHMMM.. QUE BOM!!

08 julho 2008

in panela

Quando estou a passar a sopa com a varinha mágica, se calhar porque isto de mexer numa varinha mágica inspira, não consigo evitar imaginar que a varinha, ruidosa e tremideira, é uma arma de destruição alienígena implacável. Desce sobre a panela provocando a exterminação das partículas vivas e flutuantes de cebola, batata, nabo e restantes legumes num creme homogéneo. Aos poucos vão sucumbindo e às vezes parece que alguns se vão safar ou resistem mas logo a varinha solavanca e emite um som gutural ao engolir mais um pedaço de nabo. As rodelas de cenoura são as mais tenazes! Rodopiam, rodopiam e não se deixam apanhar. Mas a varinha, diabólica, pára, dá um segundo para que a cenoura sossegue e num golpe curto e brutal acaba com a resitência. O creme está feito, sem uma centelha de individualidade. Descansa então, escorrendo restos de legume cozido no lava-loiça.
Fico sempre arrepiada com esta cena.

pico do pereira no castelo da feira

miramar


Desde que, há mais de quatro anos, comecei a ir ao Porto com regularidade, que espreitava avidamente pela janela do comboio o casario nobre junto ao mar da localidade de Miramar. Digo ao Chico que gostava de ir morar para lá e ele ri-se. Agora tenho quase a certeza.
Depois de muito querer, decidimos ir à praia de Miramar ver a capela do Senhor da Pedra. Ia muito inspirada pelas belas fotos da paisagem da praia e o ribeiro e a capela rude e frágil em cima das rochas sujeita às ondas. Levei a máquina, mas a lente de 50mm não era melhor, a luz alta não favorecia e a maresia tocada a vento não ajudou.
Passeámos e namorámos ao sol e fica apenas esta souvenir visual pouco distinta dum momento feliz, como quem olha por cima do teu ombro entre dois beijos: