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20 setembro 2011

apontamentos


a trabalhar nos meus apontamentos no campus da Universidade Eduardo Mondlane

18 setembro 2011

16 setembro 2011

moçambique: chimoio

uma jatrophinha a sacudir os cotilédones


agricultura no planalto do Chimoio

depois da tempestade no centro

uma das 3 cervejas de Moçambique... e são as 3 boas!!





o antigo bairro residencial da grande potência económica colonial local

uma quinta abandonada

moçambique: na estrada de novo

Sofala life style

vida rural em Manica

o famoso corredor da Beira que outrora escoava o produtivo Zimbabwe para o porto

15 setembro 2011

moçambique: búzi, uma manhã por aí

eles não se esquecem (na parede na casa onde fiquei hospedada)

canal de rega ladeado de mangueiras que vinha da central de bombagem abandonada da Inhaminga para alimentar os campos de cana do tempo da outra senhora

atravessando o rio de chata (esta não tinha motor por isso ia mais vazia)

o Búzi na maré vazia no cais da vila de Búzi

a avenida principal da vila de Búzi

14 setembro 2011

o green vitruvius é como a pescada

antes de o ser já o era.
(Que piada geek e seca.)

Estou neste momento sentadinha a trabalhar numa antiga casa colonial, super fresquinha mesmo no meio deste calorão de começo de verão nos trópicos. Sem artifícios de climatização e em condições adversas, os construtores destas casas serviram-se de bom senso para a tornar bonita, funcional e termicamente confortável.
A arquitectura bioclimática é tão eficiente e simples... e óbvia! Na verdade, é a versão chique e comercializável dum bom senso antigo. Porque é que no tempo da outra senhora construimos casas tão bem adaptadas nas colónias e ainda agora não sabemos fazer o mesmo em Portugal?

moçambique: na estrada

saindo da Beira

na picada

moçambique: búzi

atravessando o rio Búzi de batelão

campos de Jatropha jovem

Jatropha e floresta integradas

08 setembro 2011

moçambique: itinerário


1 Beira - aterrar, levantar dinheiro, comprar um telemóvel e um mapa e abalar para o Búzi
2 Búzi - trabalhar
3 Chimoio - trabalhar
4 Maputo - trabalhar e nos tempos livres gozar da companhia das minhas generosas anfitriãs, fazer compras e comer bem!

Nota: qualquer alteração de planos que me leve a dar um mergulho no Índico virá a ser encarada com muito boa vontade.

15 agosto 2011

trier

À vinda de Biersdorf, já que não era muito longe, Trier. Um lindo dia de sol e lojas abertas!




Adoro ir à Alemanha.

coisas que se aprendem a passear nesse lugar mítico que é a Europa

E vou ter de falar mal, lamento muito.

Ponto 1 - A gente queixa-se muito de ter de pagar portagens e sabe Deus a corrupção que para ali vai. Mas esta gente com autoestradas de graça o que tem é autoestradas baratas. Piso drenante? Para quê?? No nordeste da Europa quase não chove!! Tapar buracos?? Que ridículo! Não há mazelas que crateras com 50cm de diâmetro possam fazer a um carro que circula a 120km/h! Viadutos?? Um desperdício de dinheiro. Porque é que não havemos de descer o vale a pique para descer a montanha de novo e assim sucessivamente durante dezenas de quilómetros?


2 - Este é culpa minha. Quando um hotel tem pacotes especiais para famílias não pode ser coisa boa. Ignorei também os anúncios a programas sénior. Resultado: a piscina relaxante do hotel cheia de putos aos gritos e a jogar à bola. Pior: não pôr os cotos na sauna porque estava cheio de velhos nús impudicamente a passear as pendurezas dum lado para o outro. O jacuzi também tinha a mesma clientela e era minúsculo. (Menina, nós portuguesas somos muito atadas! Aqui as velhas levam a depilação brasileira muito a sério!) Além disso, é extremamente provável que a decoração do hotel coincida com o gosto dos seus hóspedes e até que cheire um pouco a mofo.

3 - Este a culpa também é minha. Quando um hotel tem aspecto de ser dos anos 60 e diz que é hotel E spa, é porque é um hotel que tentou adaptar uma parte para ser um spa. Não resulta.

4 - Outra coisa da qual a gente fala muito mal é dos avecs. Em Agosto recostamo-nos na nossa poltrola cosmopolita e ficamos a vê-los passar com os seus carros megalómanos que quem nos dera a nós. Mas principalmente ficamo-nos a rir com a pinta de bimbo importado que se topa à légua. A culpa não é deles. Na verdade, quando mais faço turismo nestas bandas e mais contacto tenho com a classe média local mais me inteiro duma coisa: o avec e seus derivados não destoam nadinha nas suas comunidades. Na verdade, a maior parte deles seria um sério concorrente ao prémio de maior labrego que passou por Vilar Formoso no primeiro fim-de-semana de Agosto.