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06 novembro 2011
09 outubro 2011
20 setembro 2011
18 setembro 2011
16 setembro 2011
moçambique: chimoio
moçambique: na estrada de novo
15 setembro 2011
moçambique: búzi, uma manhã por aí
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| eles não se esquecem (na parede na casa onde fiquei hospedada) |
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| canal de rega ladeado de mangueiras que vinha da central de bombagem abandonada da Inhaminga para alimentar os campos de cana do tempo da outra senhora |
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| atravessando o rio de chata (esta não tinha motor por isso ia mais vazia) |
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| o Búzi na maré vazia no cais da vila de Búzi |
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| a avenida principal da vila de Búzi |
14 setembro 2011
o green vitruvius é como a pescada
antes de o ser já o era.
(Que piada geek e seca.)
Estou neste momento sentadinha a trabalhar numa antiga casa colonial, super fresquinha mesmo no meio deste calorão de começo de verão nos trópicos. Sem artifícios de climatização e em condições adversas, os construtores destas casas serviram-se de bom senso para a tornar bonita, funcional e termicamente confortável.
A arquitectura bioclimática é tão eficiente e simples... e óbvia! Na verdade, é a versão chique e comercializável dum bom senso antigo. Porque é que no tempo da outra senhora construimos casas tão bem adaptadas nas colónias e ainda agora não sabemos fazer o mesmo em Portugal?
(Que piada geek e seca.)
Estou neste momento sentadinha a trabalhar numa antiga casa colonial, super fresquinha mesmo no meio deste calorão de começo de verão nos trópicos. Sem artifícios de climatização e em condições adversas, os construtores destas casas serviram-se de bom senso para a tornar bonita, funcional e termicamente confortável.A arquitectura bioclimática é tão eficiente e simples... e óbvia! Na verdade, é a versão chique e comercializável dum bom senso antigo. Porque é que no tempo da outra senhora construimos casas tão bem adaptadas nas colónias e ainda agora não sabemos fazer o mesmo em Portugal?
08 setembro 2011
moçambique: itinerário
2 Búzi - trabalhar
3 Chimoio - trabalhar
4 Maputo - trabalhar e nos tempos livres gozar da companhia das minhas generosas anfitriãs, fazer compras e comer bem!
Nota: qualquer alteração de planos que me leve a dar um mergulho no Índico virá a ser encarada com muito boa vontade.
15 agosto 2011
trier
À vinda de Biersdorf, já que não era muito longe, Trier. Um lindo dia de sol e lojas abertas!
Adoro ir à Alemanha.
Adoro ir à Alemanha.
coisas que se aprendem a passear nesse lugar mítico que é a Europa
E vou ter de falar mal, lamento muito.
Ponto 1 - A gente queixa-se muito de ter de pagar portagens e sabe Deus a corrupção que para ali vai. Mas esta gente com autoestradas de graça o que tem é autoestradas baratas. Piso drenante? Para quê?? No nordeste da Europa quase não chove!! Tapar buracos?? Que ridículo! Não há mazelas que crateras com 50cm de diâmetro possam fazer a um carro que circula a 120km/h! Viadutos?? Um desperdício de dinheiro. Porque é que não havemos de descer o vale a pique para descer a montanha de novo e assim sucessivamente durante dezenas de quilómetros?
2 - Este é culpa minha. Quando um hotel tem pacotes especiais para famílias não pode ser coisa boa. Ignorei também os anúncios a programas sénior. Resultado: a piscina relaxante do hotel cheia de putos aos gritos e a jogar à bola. Pior: não pôr os cotos na sauna porque estava cheio de velhos nús impudicamente a passear as pendurezas dum lado para o outro. O jacuzi também tinha a mesma clientela e era minúsculo. (Menina, nós portuguesas somos muito atadas! Aqui as velhas levam a depilação brasileira muito a sério!) Além disso, é extremamente provável que a decoração do hotel coincida com o gosto dos seus hóspedes e até que cheire um pouco a mofo.
3 - Este a culpa também é minha. Quando um hotel tem aspecto de ser dos anos 60 e diz que é hotel E spa, é porque é um hotel que tentou adaptar uma parte para ser um spa. Não resulta.
4 - Outra coisa da qual a gente fala muito mal é dos avecs. Em Agosto recostamo-nos na nossa poltrola cosmopolita e ficamos a vê-los passar com os seus carros megalómanos que quem nos dera a nós. Mas principalmente ficamo-nos a rir com a pinta de bimbo importado que se topa à légua. A culpa não é deles. Na verdade, quando mais faço turismo nestas bandas e mais contacto tenho com a classe média local mais me inteiro duma coisa: o avec e seus derivados não destoam nadinha nas suas comunidades. Na verdade, a maior parte deles seria um sério concorrente ao prémio de maior labrego que passou por Vilar Formoso no primeiro fim-de-semana de Agosto.
Ponto 1 - A gente queixa-se muito de ter de pagar portagens e sabe Deus a corrupção que para ali vai. Mas esta gente com autoestradas de graça o que tem é autoestradas baratas. Piso drenante? Para quê?? No nordeste da Europa quase não chove!! Tapar buracos?? Que ridículo! Não há mazelas que crateras com 50cm de diâmetro possam fazer a um carro que circula a 120km/h! Viadutos?? Um desperdício de dinheiro. Porque é que não havemos de descer o vale a pique para descer a montanha de novo e assim sucessivamente durante dezenas de quilómetros?
2 - Este é culpa minha. Quando um hotel tem pacotes especiais para famílias não pode ser coisa boa. Ignorei também os anúncios a programas sénior. Resultado: a piscina relaxante do hotel cheia de putos aos gritos e a jogar à bola. Pior: não pôr os cotos na sauna porque estava cheio de velhos nús impudicamente a passear as pendurezas dum lado para o outro. O jacuzi também tinha a mesma clientela e era minúsculo. (Menina, nós portuguesas somos muito atadas! Aqui as velhas levam a depilação brasileira muito a sério!) Além disso, é extremamente provável que a decoração do hotel coincida com o gosto dos seus hóspedes e até que cheire um pouco a mofo.
3 - Este a culpa também é minha. Quando um hotel tem aspecto de ser dos anos 60 e diz que é hotel E spa, é porque é um hotel que tentou adaptar uma parte para ser um spa. Não resulta.
4 - Outra coisa da qual a gente fala muito mal é dos avecs. Em Agosto recostamo-nos na nossa poltrola cosmopolita e ficamos a vê-los passar com os seus carros megalómanos que quem nos dera a nós. Mas principalmente ficamo-nos a rir com a pinta de bimbo importado que se topa à légua. A culpa não é deles. Na verdade, quando mais faço turismo nestas bandas e mais contacto tenho com a classe média local mais me inteiro duma coisa: o avec e seus derivados não destoam nadinha nas suas comunidades. Na verdade, a maior parte deles seria um sério concorrente ao prémio de maior labrego que passou por Vilar Formoso no primeiro fim-de-semana de Agosto.
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