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06 novembro 2011
12 outubro 2011
o trabalho absorve
tanto que disse que lá em casa falta paper higiénico.
O que virá a seguir? O Ajax Power Point?
O que virá a seguir? O Ajax Power Point?
04 outubro 2011
life changing
I can't help being moved while witnessing the moment when a researcher finds about cite-while-you-write. And I will always remember when I saw my first automatic Endnote reference list popping up in Word. It is, indeed, a beautiful thing.
14 setembro 2011
o green vitruvius é como a pescada
antes de o ser já o era.
(Que piada geek e seca.)
Estou neste momento sentadinha a trabalhar numa antiga casa colonial, super fresquinha mesmo no meio deste calorão de começo de verão nos trópicos. Sem artifícios de climatização e em condições adversas, os construtores destas casas serviram-se de bom senso para a tornar bonita, funcional e termicamente confortável.
A arquitectura bioclimática é tão eficiente e simples... e óbvia! Na verdade, é a versão chique e comercializável dum bom senso antigo. Porque é que no tempo da outra senhora construimos casas tão bem adaptadas nas colónias e ainda agora não sabemos fazer o mesmo em Portugal?
(Que piada geek e seca.)
Estou neste momento sentadinha a trabalhar numa antiga casa colonial, super fresquinha mesmo no meio deste calorão de começo de verão nos trópicos. Sem artifícios de climatização e em condições adversas, os construtores destas casas serviram-se de bom senso para a tornar bonita, funcional e termicamente confortável.A arquitectura bioclimática é tão eficiente e simples... e óbvia! Na verdade, é a versão chique e comercializável dum bom senso antigo. Porque é que no tempo da outra senhora construimos casas tão bem adaptadas nas colónias e ainda agora não sabemos fazer o mesmo em Portugal?
08 setembro 2011
o cumbíbio
Tenho a mania que tenho de ser autónoma, de tirar o estudante ao doutoramento, porque o estudante é chato e tem dúvidas. E, claro, eu tenho de aprender tudo sozinha, mesmo aquelas coisas que só entraram na minha vida há duas horas, e tenho de decidir e programar todos meus passos metodológicos de preferência sem ter muitas dúvidas e com 2 anos de antecedêcia. Tenho tentado fazer isto a bater com a testa nos livros e no ecrã. (Diz que é uma maneira muito eficaz, as coisas entram por osmose.)
Mas às tantas comecei a aperceber-me que os meus colegas de todas as posições têm a desfaçatez de perguntarem coisas uns aos outros, de pedir conselhos e dicas e até, suponha-se, de meter gente de outros departamentos e instituições ao barulho. Discutem as coisas e tentam tirar conclusões e melhorar estratégias... Às vezes entram nos gabinetes uns dos outros com uma caneca de café na mão e sentam-se em cima da secretária a falar. Outras vezes é mais formal e até marcam estas coisas nas suas agendas para que este regabofe ocorra a uma determinada hora dum determinado dia que convenha a todos os encostados. Que fornicoques que isto me andava a dar!
Já tinha experimentado algumas vezes a abordagem da caneca do café e o rabo na mesa, mas para coisas mais leves, tipo uma ideia maluca para um paper ou a escolha dum livro... Até que um dia decidi despir-me de qualquer fiapo de honra e mandar um mail a quem sabia dum determinado assunto que me estava a provocar dois ou três galos mais visíveis. Muito constrita, a desfazer-me em desculpas, pedi se poderia ir lá bater à porta e pedir umas orientações em determinado assunto. Marcou-se uma data e quando anotei na agenda até me arrepiei, pá. E passados 30min estava a sair do gabinete sem perceber porque é que tive tantas dúvidas e nunca tinha ouvido falar daquilo e com uma pilha de coisas para ler acerca da técnica que, de entre as 1000 possíveis, era a melhor e, na verdade, a única que eu deveria ter considerado logo de início.
Já é a terceira vez que isto me acontece em menos de duas semanas e devo dizer que estou a tomar-lhe o gosto! Não é que num ambiente académico saudável se trocam ideias e desencalicram dilemas e se melhoram coisas a conversar uns com os outros? Sem complexos nem medos, só perguntando a quem sabe e com a fé de que já alguém passou pelo menos e ultrapassou o problema ou que alguém que nunca tenha olhado para a questão a encare dum ponto de vista que não nos tinha ocorrido.
Um burro esclarecido tem outro alento.
Mas às tantas comecei a aperceber-me que os meus colegas de todas as posições têm a desfaçatez de perguntarem coisas uns aos outros, de pedir conselhos e dicas e até, suponha-se, de meter gente de outros departamentos e instituições ao barulho. Discutem as coisas e tentam tirar conclusões e melhorar estratégias... Às vezes entram nos gabinetes uns dos outros com uma caneca de café na mão e sentam-se em cima da secretária a falar. Outras vezes é mais formal e até marcam estas coisas nas suas agendas para que este regabofe ocorra a uma determinada hora dum determinado dia que convenha a todos os encostados. Que fornicoques que isto me andava a dar!
Já tinha experimentado algumas vezes a abordagem da caneca do café e o rabo na mesa, mas para coisas mais leves, tipo uma ideia maluca para um paper ou a escolha dum livro... Até que um dia decidi despir-me de qualquer fiapo de honra e mandar um mail a quem sabia dum determinado assunto que me estava a provocar dois ou três galos mais visíveis. Muito constrita, a desfazer-me em desculpas, pedi se poderia ir lá bater à porta e pedir umas orientações em determinado assunto. Marcou-se uma data e quando anotei na agenda até me arrepiei, pá. E passados 30min estava a sair do gabinete sem perceber porque é que tive tantas dúvidas e nunca tinha ouvido falar daquilo e com uma pilha de coisas para ler acerca da técnica que, de entre as 1000 possíveis, era a melhor e, na verdade, a única que eu deveria ter considerado logo de início.
Já é a terceira vez que isto me acontece em menos de duas semanas e devo dizer que estou a tomar-lhe o gosto! Não é que num ambiente académico saudável se trocam ideias e desencalicram dilemas e se melhoram coisas a conversar uns com os outros? Sem complexos nem medos, só perguntando a quem sabe e com a fé de que já alguém passou pelo menos e ultrapassou o problema ou que alguém que nunca tenha olhado para a questão a encare dum ponto de vista que não nos tinha ocorrido.
Um burro esclarecido tem outro alento.
02 setembro 2011
29 agosto 2011
delicious and healthy eating
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| (by OldWays) |
Não é fácil seguir isto com bens alimentares tão caros e tão fraquinhos como os que há à venda aqui. (Principalmente a parte do peixe!) Mas faz-se o que se pode!
23 agosto 2011
08 agosto 2011
29 junho 2011
25 junho 2011
20 junho 2011
binos
adenda 23.06 - Portaram-se lindamente na primeira prova de fogo: pendurados no meu pescoço num dia a fazer kayak!
07 junho 2011
18 maio 2011
13 maio 2011
"lichtspel"
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| photo by Raf Aerts in flickr with all rights reserved! |
O Raf tirou esta foto ---->
Há uns séculos atrás teria dado direito a histeria colectiva pré-apocalíptica.
the forecoman effect II
Found this priceless manual for fieldwork and expeditions to tropical forests published by the Royal Geographical Society.
From cooking to latrines, and also photography equipment maintenance, river-crossing and trunk-climbing techniques, helicopter signaling, treating snake venom, choosing the right shoes1, the advantages of a cotton hat and keeping your hammock dry!
1 This is what I need if I finally go to Mozambique (corroborated by online foruns)
From cooking to latrines, and also photography equipment maintenance, river-crossing and trunk-climbing techniques, helicopter signaling, treating snake venom, choosing the right shoes1, the advantages of a cotton hat and keeping your hammock dry!
1 This is what I need if I finally go to Mozambique (corroborated by online foruns)
10 maio 2011
the forecoman effect
First I bought a mushroom guide. Then a bird guide. Then a tree guide.
I created an account at Waarnemingen.be. Started nagging friends with bird and tree names. Started writing scientific names on the pictures of stuff that I post on the blog.
Finally got a pair of binoculars. Waterproof ones. And green.
I'm collecting pine cones from different species of pine trees. I used to collect stones and fossils but there's not much to look for here.
Added an heather to the edible and aromatic plants I grow on my balcony.
In the meantine, I started using a field notebook for my daily working writings.
Started complaining that my cheap mountain boots are not comfortable enough. Maybe I'll even get Fjällräven trousers.
Beware. It's the Forecoman effect.
I created an account at Waarnemingen.be. Started nagging friends with bird and tree names. Started writing scientific names on the pictures of stuff that I post on the blog.
Finally got a pair of binoculars. Waterproof ones. And green.
I'm collecting pine cones from different species of pine trees. I used to collect stones and fossils but there's not much to look for here.
Added an heather to the edible and aromatic plants I grow on my balcony.
In the meantine, I started using a field notebook for my daily working writings.
Started complaining that my cheap mountain boots are not comfortable enough. Maybe I'll even get Fjällräven trousers.
Beware. It's the Forecoman effect.
04 maio 2011
excursie: limburgse heide
Na reserva natural da Hoge Kempen, na província de Limburgo, encontra-se um biótopo de nome charneca (heide, em dutch, ou heathland, em inglês). Colei-me a uma excursão do departamento para ir conhecer mais um canto da Bélgica.
Estou a aprender devagarinho a aprender a olhar para a paisagem.
Estou a aprender devagarinho a aprender a olhar para a paisagem.
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| prado (melhor tradução para grassland que me ocorre agora) |
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| geeking 1: tirar foto a exemplares de espécies protegidas |
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| charneca húmida |
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| heather (daí o nome), urze em português, na charneca seca |
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| geeking 2: apanhar uma amostra e cruzar com o guia da flora! |
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