27 dezembro 2010
18 dezembro 2010
amanhã de manhã parto
para as férias de Natal em Cascais. Estava a fazer uma pequena lista mental de coisas que vão marcar o meu regresso a casa... "é a festa do primeiro aniversário do Lucas, os meus cães vão receber-me entusiasmadíssimos ao portão... hmm a minha almofada é tão confortável... e vou usar um bidé!!"
17 dezembro 2010
16 dezembro 2010
15 dezembro 2010
schlager
Os belgas também têm música pimba. É igualzinha à nossa mas sem o acordeão e noutra língua. Era o estímulo que me faltava para me sentir bem neste país!
13 dezembro 2010
12 dezembro 2010
aachen
Um mercado de Natal onde basicamente comprámos comida, uma catedral muito importante, as ruazinhas muito bonitas todas enfeitadas e os pés frios como nunca senti com as minhas botas maravilha.
06 dezembro 2010
light & mushy
para cantar no Inverno.
Uma versão menos depressiva do Bon Iver e mais pop do Gustaf Spetz. Tenho uma tendência para este tipo de discos...
Uma versão menos depressiva do Bon Iver e mais pop do Gustaf Spetz. Tenho uma tendência para este tipo de discos...
04 dezembro 2010
ainda a neve
Hoje caiu um nevão ao fim da manhã...
... e quando finalmente parou e estava um frio de rachar, os caminhos cheios de neve e gelo, nós claro que saímos do quentinho e fomos dar um passeio!
Dói-me a cara.
... e quando finalmente parou e estava um frio de rachar, os caminhos cheios de neve e gelo, nós claro que saímos do quentinho e fomos dar um passeio!
Dói-me a cara.
galinhas e natal. não é óbvio?
Árvore: check! E este ano a estrela é uma galinha. (Que é um pássaro qualquer, mas nós dizemos que é uma galinha. Tal como o ano passado era o cão rena.)
03 dezembro 2010
sneeuwval
elements of style
The good stuff every science writer should read... but only few can grasp.
I currently identify myself with:
by Bill Waterson
I currently identify myself with:
by Bill Waterson
02 dezembro 2010
Bombycilla garrulus
Vi um par destes hoje de manhã a sacudir a neve duma árvore em frente à minha janela.
Ando a curtir muito o meu guia de pássaros da Bélgica!
Adenda: O Raf acabou de me dizer que vi uma coisa muito rara e que a minha observação vai para a base de dados dos ornitólogos cá do sítio. Que chique!
Adenda 2: Preciso duns binóculos ou dum spotting scope.
Ando a curtir muito o meu guia de pássaros da Bélgica!
Adenda: O Raf acabou de me dizer que vi uma coisa muito rara e que a minha observação vai para a base de dados dos ornitólogos cá do sítio. Que chique!
Adenda 2: Preciso duns binóculos ou dum spotting scope.
01 dezembro 2010
pavlov com gaivotas
Durante o Inverno, a passarada desaparece destas paisagens. Ficam os corvos, as pêgas, os pombos na cidade e os patos e gansos nos lagos e no rio. E chegam umas gaivotas que pelos vistos se vêem refugiar dos humores do Mar do Norte. Não são como as das costas portuguesas, são duma espécie mais pequena e com outra penugem, mas têm aquele mesmo voar característico e juntam-se naquela azáfama de escoltar traineiras que a esta distância da costa parece exótica. Vejo-as ao longe e quase me dão a ilusão de estar o paredão a seguir àquelas casas. E quando se chegam mais perto e as ouço, o meu cérebro desprevenido engana-se e induz em mim uma sensação estranha... creio que são saudades.
30 novembro 2010
gosto da neve
ou ainda não me passou o síndrome da parola do sul.
Sim, a meio da manhã já foi substituida por uma pasta castanha escura nos passeios e perdeu o charme. Sim, multiplica por mil a minha trapalhice na bicicleta. Sim, dificulta o andar quando está mole e escorrega perigosamente quando compacta. Sim, significa que está muito frio e que ando sempre com as nádegas geladas mesmo com aqueles collants super desconfortáveis debaixo das calças.
Mas faz cócegas no nariz e range debaixo dos pés. E enfeita tudo silenciosa e sorrateiramente durante a noite para nos presentear de manhã. E o ar parece que tem uns prelimpimpins quaisquer...
Sim, a meio da manhã já foi substituida por uma pasta castanha escura nos passeios e perdeu o charme. Sim, multiplica por mil a minha trapalhice na bicicleta. Sim, dificulta o andar quando está mole e escorrega perigosamente quando compacta. Sim, significa que está muito frio e que ando sempre com as nádegas geladas mesmo com aqueles collants super desconfortáveis debaixo das calças.
Mas faz cócegas no nariz e range debaixo dos pés. E enfeita tudo silenciosa e sorrateiramente durante a noite para nos presentear de manhã. E o ar parece que tem uns prelimpimpins quaisquer...
25 novembro 2010
menu bar apps
Lightweight functional little craps that I enjoy to have installed. These are the ones that start-up when I login.
Himmelbar: app toolbar, saves up Dock space still keeping my second line of programs at hand.
Clip Menu: very straightforward clipboard manager, saves up typing time.
Meteorologist: I'm a weather geek. Don't really like the forecasts but the little weather status display is cool. Tried a lot of these kind and this was a least bad one. It seems such a popular thing, shame no developer comes out with a (free) decent one.
Quick Translate: Google translate at instant access. Love it.
SimpleCap: customizable and fast screen captures. Love it even more.
(Then there's Little Snitch's network monitor showing up there too. Won't say why I use it for in the first place...)
Himmelbar: app toolbar, saves up Dock space still keeping my second line of programs at hand.
Clip Menu: very straightforward clipboard manager, saves up typing time.
Meteorologist: I'm a weather geek. Don't really like the forecasts but the little weather status display is cool. Tried a lot of these kind and this was a least bad one. It seems such a popular thing, shame no developer comes out with a (free) decent one.
Quick Translate: Google translate at instant access. Love it.
SimpleCap: customizable and fast screen captures. Love it even more.
(Then there's Little Snitch's network monitor showing up there too. Won't say why I use it for in the first place...)
tenho fé naqueles que me aturam
I woke up with a loved one's eyes upon me
Loved one's arms around me
Oh...She's my one and only
I grew up in the bosom of my family
Eight strong arms around me
Oh...from the seed they've grown me
And I thank those
Those who kept me company
They are a wall of arms around me
Oh...it is they who are my army
Oh' it is they who are my army
Through these eyes
There's no god above me
No devil below me
No purgatory, no pearly gates
The worms are what await me
It's only me that can forgive me and
I have faith, oh...I have faith
I have faith, oh...I have faith
In those who put up with me
She's my one and only
If I'm the seed they've grown me
They who are my army
The wall of arms around me
- The Maccabees
brain drainers inc. II
Ontem fez a primeira página do Público um artigo desinteressante sobre o brain drain português. A notícia basicamente fazia dois pontos:
a) nunca tivemos tantos licenciados vs. voltámos aos níveis de emigração dos anos 60;
b) uns casos da vida a puxar a lagrimita de gente qualificada que teve de ir embora (dois deles um biólogo de Évora e um arquitecto duma privada - grandes exemplos, sim senhor).
Acho que a coisa teria ficado mais interessante se o artigo se fundamentasse com algumas estatísticas. Até a TVI é mais exacta nesse departamento. E ainda se reconhecesse que nunca tivemos tantos licenciados porque o país está atolado de licenciaturas e mestrados que não têm lugar no mercado nem na função pública e que, ainda por cima, não oferecerem diversidade nenhuma porque as universidades repetem as ofertas umas das outras.
Também teria valorizado o trabalho do autor se ele se tivesse debruçado sobre a facilidade da mobilidade internacional que se nós jovens usufruimos hoje em dia e que é fruto dos nossos próprios currículos, das correntes da globalização, do facto de pertencermos à UE e de muitos esforços de policy internacionais (vide programas tipo Leonardo da Vinci, Erasmus, INOV Contacto, etc. cujo objectivo é dar-nos um empurrãozinho das fronteiras para fora).
Mesmo assim esta manhã era a notícia mais lida e a mais partilhada e uma das mais comentadas daquele jornal.
Mas o que estragou completamente o artigo foram alguns comentários duns ressabiados de cú cheio que acusam os jovens qualificados que saem do país de estarem a chular a pátria, a trair a pátria, de serem pedantes, de terem andado o tempo todo a fumar ganzas e depois querem entrar a ganhar 1500euros, etc..
Segundo essas pessoas, eu deveria ter ficado mais 10 anos em casa dos meus pais, a oscilar entre parcos e porcos empregos na minha área (que é de interesse estratégico para o país segundo a progapanda governativa, note-se) e temporadas na caixa do supermercado até ter amealhado dinheiro suficiente para comprar um T0 com 20 anos na Pontinha porque ao menos fico mais perto do metro que me leva aos call centers de Lisboa. E se eu queria mais então que tivesse ido para engenharia ou medicina, que pelos vistos são os únicos cursos que vale a pena tirar e não há cá pães-de-ló para burros!
Pois, não deu. Armei-me do meu feeling Maria Papoila ("..adeeeeus ó terra..") e a meio duma crise económica que está afectar a Europa toda fiz uma mala cheia de incertezas rumo à Bélgica. E resultou. Cheguei há dois meses, já estou a trabalhar e devo cá ficar pelo menos mais 4 anos. Duvido muito que a seguir volte para casa. Vou só apontar para um próximo destino mais solarengo...
a) nunca tivemos tantos licenciados vs. voltámos aos níveis de emigração dos anos 60;
b) uns casos da vida a puxar a lagrimita de gente qualificada que teve de ir embora (dois deles um biólogo de Évora e um arquitecto duma privada - grandes exemplos, sim senhor).
Acho que a coisa teria ficado mais interessante se o artigo se fundamentasse com algumas estatísticas. Até a TVI é mais exacta nesse departamento. E ainda se reconhecesse que nunca tivemos tantos licenciados porque o país está atolado de licenciaturas e mestrados que não têm lugar no mercado nem na função pública e que, ainda por cima, não oferecerem diversidade nenhuma porque as universidades repetem as ofertas umas das outras.
Também teria valorizado o trabalho do autor se ele se tivesse debruçado sobre a facilidade da mobilidade internacional que se nós jovens usufruimos hoje em dia e que é fruto dos nossos próprios currículos, das correntes da globalização, do facto de pertencermos à UE e de muitos esforços de policy internacionais (vide programas tipo Leonardo da Vinci, Erasmus, INOV Contacto, etc. cujo objectivo é dar-nos um empurrãozinho das fronteiras para fora).
Mesmo assim esta manhã era a notícia mais lida e a mais partilhada e uma das mais comentadas daquele jornal.
Mas o que estragou completamente o artigo foram alguns comentários duns ressabiados de cú cheio que acusam os jovens qualificados que saem do país de estarem a chular a pátria, a trair a pátria, de serem pedantes, de terem andado o tempo todo a fumar ganzas e depois querem entrar a ganhar 1500euros, etc..
Segundo essas pessoas, eu deveria ter ficado mais 10 anos em casa dos meus pais, a oscilar entre parcos e porcos empregos na minha área (que é de interesse estratégico para o país segundo a progapanda governativa, note-se) e temporadas na caixa do supermercado até ter amealhado dinheiro suficiente para comprar um T0 com 20 anos na Pontinha porque ao menos fico mais perto do metro que me leva aos call centers de Lisboa. E se eu queria mais então que tivesse ido para engenharia ou medicina, que pelos vistos são os únicos cursos que vale a pena tirar e não há cá pães-de-ló para burros!
Pois, não deu. Armei-me do meu feeling Maria Papoila ("..adeeeeus ó terra..") e a meio duma crise económica que está afectar a Europa toda fiz uma mala cheia de incertezas rumo à Bélgica. E resultou. Cheguei há dois meses, já estou a trabalhar e devo cá ficar pelo menos mais 4 anos. Duvido muito que a seguir volte para casa. Vou só apontar para um próximo destino mais solarengo...
22 novembro 2010
Biofuels, Bioprod. Bioref. 4: 594–604 (2010)
Posso dizer que, este sim, é o meu primeiro paper a ser publicado.
21 novembro 2010
heverlee bos - herfst versie
![]() |
| Galerina marginata? |
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| Luna and I pretending to be botanists (the bag was for cookies and water, not sample collecting!) |
![]() |
| Wasplaat or a funky lichen? It did feel like wax.. |
fotos da Luísa
20 novembro 2010
é sempre bom saber...
que existiu na História de Portugal uma coisa chamada Reviralhismo. Não sei se fiquei envergonhada ou enternecida com este povo...
14 novembro 2010
cheias
Esquerda: um dia normal. Direita: quando já chove sem parar há 2 dias.
editado: Ah.. vi agora nos jornais belgas que o país está todo alagado. Choveu tanto em dois dias como o que chove num mês inteiro.
editado: Ah.. vi agora nos jornais belgas que o país está todo alagado. Choveu tanto em dois dias como o que chove num mês inteiro.
13 novembro 2010
le fils de l'homme
(Ontem fomos a uma festa de Halloween atrasadíssima. Já que perguntam, eu fui de coelhinho assassino.)
12 novembro 2010
btw
nice depiction of the carbon footprint from each world country (click to download large version):
via Miller-McCune
via Miller-McCune
por volta da meia-noite
- Um pássaro a cantar tão tarde?
- É uma pêga.
- Pois, a esta hora só pode ser!!
(por Luísa)
- É uma pêga.
- Pois, a esta hora só pode ser!!
(por Luísa)
11 novembro 2010
carbon footprint
On the face of the scary climate change issue, the eco-friendly hype as been selling and dwelling and even feeding yours-truly here. It seems I'm about to do a bit of carbon footprinting! Hence, I spent this stormy holiday reading on the subject. I must admit it's catchy and very marketable and it's amusing to see that basically everything can be tagged with how much GHG it emits. And since there are many entities interested in showing-off theirs or their products', companies willing to calculate and issue the tag have sprouted. Likewise, scientists (who are hypable and trendy too!) from all over are publishing footprints of a vast array of stuff. Such as Hurricane Katrina, forklifts, the Galician fishing activity, some of the World's largest metropolitan areas, canned mussels, grilling, countries, surgical scrubbing...
And it only gets better in Life-Cycle Assessment!
And it only gets better in Life-Cycle Assessment!
03 novembro 2010
28 outubro 2010
Lu
Fim-de-semana prolongado e eu vou voltar (15 anos depois) ó L'Xembugo passar uns dias em família.
Vem a calhar bem. Estou há 3 dias doente em casa e já estou mas é a ficar doente de estar em casa.
Vem a calhar bem. Estou há 3 dias doente em casa e já estou mas é a ficar doente de estar em casa.
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